

Se você está planejando uma viagem a passeio a Freiburg im Breisgau (Em português Friburgo em Brisgóvia – o qual será futuramente assunto de outro post neste Blog), localizada no estado federal de Baden-Württemberg, no extremo sudoeste da Alemanha, segue uma dica de pizzaria simples, boa e barata que eu experimentei e gostei: Ristorante e Pizzeria Milano localizada bem no centro da cidade (Endereço: 79098 Freiburg, Schusterstraße 7, Tel: 07 61 3 37 35) na zona de pedestres, exatamente aonde se é recomendado fazer um passeio a pé. Os destaques deste restaurante são a seleção de vinhos, a variedade de massas e sorvetes e as sobremesas caseiras feitas com ingredientes genuinamente italianos. Baseado na minha experiência almoçando lá, o preço e o atendimento também foram fatores muito positivos na minha avaliação. Inclusive, o garçon que nos atendeu era de Portugal e, portanto, falava português.
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Antes de mais nada é preciso fazer uma boa pesquisa na Web sobre os preços de cada opção na época em que se deseja viajar e planejar com antecedência para obter os melhores preços, no entanto, baseado em minhas experiências, seguem aqui algumas dicas, bem como vantagens e desvantagens de cada meio de transporte para se deslocar entre as grandes cidades européias de seu roteiro:
1- DE TREM
1.1- DICAS
1.1.1- Chegar pelo menos 20 minutos antes do embarque porque pode-se ter que percorrer uma boa distância na plataforma de embarque até chegar em frente ao vagão aonde você vai viajar e nem sempre há conexões entre todas os vagões do trem para o caso de não dar tempo de encontrar o seu vagão antes do trem partir;
1.2- VANTAGENS
1.2.1- Dá para ir curtindo e tirando fotos da paisagem no caminho. No caso de se subir uma cadeia de montanhas, por exemplo, é muito mais agradável relaxar, degustar uma bebida quente e tirar fotos da paisagem do que dirigir por uma estrada sinuosa e estreita;
1.2.2- Muitos trens são muito rápidos, como os TGV por exemplo, que viajam a mais de 200km/h. Desta forma, viajar de trem pode ser muito mais rápido de que de carro.
1.2.3- Há muitas estações de trem localizadas no centro e ligadas aos sistemas de metrô das grandes cidades. Assim, normalmente não é preciso pegar taxi e nem ônibus para se deslocar da estação de chegada até o centro da cidade ou até o seu hotel nem na saída nem na chegada, como é o caso das viagens de avião. Esta vantagem é maior ainda sobre o avião se considerada a distância até o centro dos aeroportos utilizados pela companhias aéreas de vôo barato. Desta forma, se o percurso é curto, pode ficar mais rápido ir de trem de centro a centro de duas grandes cidades do que de avião;
1.2.4-O embarque e desembarque é muito mais rápido que o de avião: Fazer o check-in significa simplesmente entrar no trem. Não há necessidade de tirar seus sapatos e cinto ou passar pelo detector de metais. Além disso sua bagagem fica com você no vagão em que você viajar e portanto não é preciso ficar esperando as bagagens na chegada;
1.2.5- Para grandes distâncias, pode-se viajar à noite em um trem com cama e economizar tempo e diária de hotel;
1.2.6- Você pode andar para esticar as pernas e em alguns trens fazer uma refeição sentado no vagão restaurante, usar o computador (inclusive conectado à internet) e jogar cartas, jogos de tabuleiro, conversar ou realizar qualquer outra atividade que requeira cadeiras de frente uma para a outra com uma mesinha entre elas.
1.3- DESVANTAGENS
1.3.1- Dependendo do percurso, pode ser mais lento que o avião e dependendo do tipo de trem pode ser mais lento que o carro.
2- DE AVIÃO
2.1- DICAS
2.1.1- Existem muitas companhis que oferecem vôos muitos baratos, especialmente se a passagem for comprada com bastante antecedências. É o caso da irlandesa Ryanair, a inglesa easyJet e a espanhola Vueling. No entanto, é preciso ter muito cuidado com a cobrança pelas bagagens que não forem de mão e com a distância do aeroporto até o centro da cidade, pois é comum companhias de vôo barato requererem longos percursos de taxi ou ônibus entre a cidade e o aeroporto.
2.1.2- Outro detalhe relacionado à distância do aeroporto é o horário do ônibus para ir até do hotel até o aeroporto tanto na cidade de origem quanto na cidade de destino. Um amigo meu comprou uma passagem muito barata mas com partida muito cedo. No dia de embarqcar descobriu que não havia ônibus naquele horário e teve que fazer um longo percurso de taxi e assim o vôo triplicou de preço.
2.2- VANTAGENS
2.2.1- A velocidade deslocamento do avião é muito maior que a do carro e a do trem, portanto, para trechos longos o avião ganha muito no fator tempo, mesmo considerando o deslocamento entre o hotel e o aeroporto na chegada e na saída.
2.3- DESVANTAGENS
2.3.1- Se não se conseguir uma boa tarifa, a passagem de avião é em geral mais cara que a de trem.
3- DE CARRO
3.1- DICAS
3.1.1- Não viaje de carro sem um navegador (mais conhecido como GPS). Futuramente pretendo colocar um post específico sobre este assunto neste BLOG, mas por enquanto considere que com um navegador se ganha muito em tempo e em segurança. Se não for possível alugar um navegador junto com o carro ou até mesmo comprar um navegador (que pode ser mais barato do que aluguel, dependendo do número de dias) pelo menos compre um bom mapa completo da região aonde pretendo dirigir;
3.1.2- Permissão internacional para dirigir, obtida no Brasil antes da viagem, é recomendada. Em muitos países da Europa a carteira de motorista Brasileira basta, mas não vale a pena correr o risco de perder um dia de sua viagem porque se envolveu em um acidente ou foi parado por uma autoridade policial que requeira que você procure um tradutor juramentado para traduzir a sua carteira.
3.1.3- Na hora de fazer as contas e comparar o preço do aluguel de carro não se esqueça de considerar os preços de seguro (altamente recomendado e, em alguns casos, obrigatório) e de combustível e observe também que se for em mais de uma pessoa é preciso dividir o valor do custo total com o carro pelo número de passageiros antes de comparar com o preço da passagem de avião ou de trem.
3.1.4- Em cidades grandes o carro deve ficar estacionado e deve-se usar o metrô. Evita-se engarrafamentos e o stress que é dirigir em uma cidade grande desconhecida, mesmo que se tenha um navegador. Sendo assim, se for ficar alguns dias numa cidade grande, considere fortemente a opção de devolver o carro ao se chegar à cidade e alugar um outro quando sair;
3.1.5- Procure devolver o carro no mesmo país em que o alugou. Assim evita-se pagar um adicional significativo de taxa de retorno.
3.2- VANTAGENS
3.2.1- Pode-se curtir a paisagem, parar em mirantes e pontos turísticos no caminho, sair a hora que se quer e modificar o roteiro à vontade. Enfim, de carro você tem flexibilidade total sem pagar adicional (como é o caso das tarifas para poder mudar o dia das passagens de trem e de ônibus)
3.3- DESVANTAGENS
3.3.1- Se o percurso for longo, a viagem vai se tornar mais cansativa que a de avião (que é mais rápida) e que a de trem (onde você pode andar para esticar as pernas);
3.3.2- Em visitas a regiões de cultivo de vinho com suas imperdíveis vinícolas que quase sempre oferecem a experiência imperdível da degustação, terá que ser escolhido um motorista no grupo para fazer o “sacrifício”.
3.3.3- Estacionamento: O preço do estacionamento pode ser alto e pode ser difícil encontrar um lugar para estacionar, principalmente nas grandes cidades.
O Palácio de Versailles e seus magníficos jardins barrocos é um destino muito popular de viagens de um dia a partir de Paris. Ir de Paris a Versalhes é muito fácil, especialmente quando se utiliza um trem RER (Réseau Express Régional) que é uma rede de trens expressa com menos paradas que o metrô e com conexões regulares a várias estações de metrô de Paris.
A melhor opção:
Para chegar do centro de Paris a Versalhes, pegue o trem RER da linha C para a estação Versailles-Rive Gauche. Observe que nem todos os trens da linha C vão para a estação Versailles-Rive Gauche – escolha apenas os trens com o nome começando com um “V” ou com o número da linha C5 (As linhas C7 e C8 param em estações de Versailles que ficam mais longe do Palácio). São cerca de 30 minutos de trem até a estação Versailles-Rive Gauche e depois, até o Palácio de Versalhes são mais 10 minutos a pé bastando seguir as placas (ou a multidão!).
O trem RER linha C5 para em várias estações de metrô do centro de Paris, por exemplo: Champ de Mars – Tour Eiffel, Pont de l’Alma, Invalides, Musée d’Orsay, St-Michel – Notre-Dame, Gare d’Austerlitz e Bibliothèque François Mitterrand.
Não é necessário verificar os horários do trem RER para Versailles porque há partidas frequentes durante o dia, geralmente com cerca de 20 minutos de tempo entre uma e outra. O preço de uma viagem de ida e volta à Versailles de RER é de cerca de €6,00.
Outras opções:
O RER linha C5 não é o único trem de Paris a Versailles. No entanto, ele é a opção mais conveniente. Evite itinerários que requeiram o uso de de ônibus pois a economia de tempo desaparece quando se perde uma conexão de ônibus ou a própria pessoa se perde entre as conexões. Estações alternativas podem ser usadas para desembarque em Versalhes: Pode-se pegar um trem direto da estação de metrô Paris-Montparnasse e em 15 minutos se chega a Versailles-Chantiers ou pegar um trem direto na estação de metrô Paris-St Lazare e em 25 minutos se chega à estação Versailles-Rive Droite. Ambas as estações de destino em Versailles estão à cerca de 20 minutos a pé do Palácio de Versalhes.
Pode-se ir também de carro alugado de Paris a Versailles, mas é preciso considerar o pesadelo que é dirigir em Paris para um estrangeiro e que vai ser necessário pelo menos 30 minutos de deslocamento. Neste caso, saia de Paris pela auto-estrada A13 para Rouen, saia da A13 na saída 6 (Versailles Center) e siga as indicações para o Château de Versailles. Há estacionamento bem sinalizado e facilmente acessível no Palácio de Versalhes e cusca €5,00 por duas horas ou €12,00 por oito horas.
De táxi de Paris a Versailles dura cerca de 30 minutos e custa em torno de €50,00.
Paris Museum Pass
Jan 20
A minha amiga Ana Marina me enviou a seguinte dica, baseada numa experiência dela e na dica que recebeu de meus outros amigos Sabrina Rosa e Fabio Hanun: Para visitar os museus e monumentos de Paris a grande dica é usar o Paris Museum Pass, que pode ser adquirido na bilheteria de qualquer um dos monumentos e museus da lista.

Veja os comentários da Ana Marina sobre a sua experiência prática usando o Paris Museum Pass:
Achamos que valeu muito a pena, pois gostamos muito de visitar museus e monumentos durante nossas viagens. Fiz o plano de cada dia e somei os preços dos ingressos divulgado no site de cada monumento/museu e vi que valeria mesmo a pena no nosso caso. Compramos o passe de 6 dias e aproveitamos bastante.
Atenção, pois a torre Eiffeil (ingresso caro!) não está incluída no passe, mas os museus maiores (Louvre, Orsay e Pompidou) estão incluídos, bem como Versailles, que tem um ingresso bem carinho também.
Como o passe serve para dias corridos, é bom planejar antes o que será visitado em cada dia. Não aconselho planejar mais de um museu por dia, pois é muuuito cansativo. O melhor é planejar um museu e um monumento.
Em nossa experiência, planejamos assim:
Dia 1 – Notre Dame e Pompidou – como foi no primeiro dia e começamos tarde, não tivemos tempo de visitar a cripta da Notre Dame como estava planejado, mas visitamos a igreja – gratis – e as torres – incluído no pass. Se tivéssemos começado o passeio pela manhã, teria dado tempo. Me disseram que o por do sol visto do alto do Pompidou também é lindo, porque você vê as luzes de Paris se acendendo. Como na época estava escurecendo muito tarde, não conseguimos ver isso também.
Dia 2 – Orsay e Arco do Triunfo – ficamos 7 horas dentro do museu, então subimos no arco já de noite, o que é lindo porque você tem uma vista linda da Champs Elysees e da torre Eiffel iluminadas;
Dia 3 – Arco do Triunfo e Louvre – voltamos ao arco pela manhã, para termos uma visão de dia, pois ele é cheio de detalhes. Descemos à Champs Elysees, passando pelo Petit e Grand Palais, Concorde e jardim de Tuileries até o Louvre e então ficamos lá até fechar. Planejamos esse passeio para o dia que o Louvre fecha mais tarde.
Dia 4 – Versailles – ficamos muito cansados no dia anterior e dormimos tarde, então não fomos a Versailles. Aproveitamos para visitar Sainte-Chapelle e Conciergerie.
Dia 5 – Louvre novamente – como o Louvre é muito grande e cansativo preferimos ir em dois dias em tempos menores do que passar o dia inteiro dentro dele;
Dia 6 – Pantheon, Museu Rodin, a tumba de Napoleão e o museu das armas (não deu tempo de ver o das armas todo, vimos apenas a parte da primeira guerra)
Ghent (em holandês: Gent; em francês: Gand) é a quarta maior cidade da Bélgica, com cerca de 280.000 habitantes em 1/10/2008. Não é tão grande quanto Antuérpia, mas maior que Bruges. É também menos famosa entre os turistas do que o Bruges, no entanto, para muitos (inclusive eu!) Ghent é o verdadeiro diamante da região dos Flandres. De uma forma única, Ghent conseguiu preservar o poder e a riqueza das corporações medievais que ali se estabeleceram em casas originalmente de madeira e depois transformadas em esplêndidas mansões de pedra. O centro da cidade, por si só, é uma vitrine da riqueza e do sucesso do medieval flamengo. A cidade tem um porto importante, graças ao canal Gand-Terneuzen que permite que navios venham do mar trazer seus produtos para a cidade e sua periferia industrial. A Universidade de Gent (UGent), com a presença de tantos jovens e estudantes é um centro de cultural importante. As minhas atrações preferidas de Ghent são
- O Castelo dos Condes: Um castelo medieval facilmente localizável e acessível à pé pois fica no centro da cidade!
- A maravilhosa Torre de Belfry: Esta é a mais central das famosas “Três torres de Ghent”. As outras duas torres são a da Catedral de Saint Bavo e a da Igreja de Saint Nicholas
- Passeio de barco pelso canais da cidade
Como uma das maiores cidades da Bélgica, Ghent tem um sistema de transporte altamente desenvolvido: É possível chegar à Ghent de carro em 45 minutos partindo de Bruxelas pela E40 ou pode-se ir de trem direto do Aeroporto de Bruxelas para a estação Gent-Sint-Pieters em Ghent, em 53 minutos e por menos de €25,00.
Para maiores detalhes visite o site oficial da cidade disponível em holandês, inglês, francês, alemão e espanhol.
Além dos sites oficiais de países, há também os sites oficiais de muitas cidades da Europa como, por exemplo, Paris, Londres e a pequena e encantadora Gent, localizada na Bélgica, a 45 minutos de carro de Bruxelas e que breve será assunto de um post deste BLOG.
… a primeira dica é planejar sua viagem antes de investir o primeiro EURO.
Se você não tem referências de sites para inciar o seu planejamento, uma boa opção é começar visitando os sites oficiais do departamento de turismo do governo local de cada país. Países como Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Portugal e Suiça têm sites muito bem estruturados - alguns deles com boa parte do conteúdo em português - contendo informações de viagem, destinos de acordo com o interesse do turista, guias, fotos, mapas e links para outros sites e para comunicação por e-mail com o gabinete oficial de turismo do país, onde se pode pedir informações específicas e em alguns casos até material impresso.
